
UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOBERANAS SINÉTICAS
PORTAL NACIONAL

Símbolos Nacionais | Armorial

A União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin), conforme estabelecido pela Lei Nº 00001 de 9 de março de 2025, reconhece oficialmente a Bandeira Nacional, o Brasão da União e o Selo Oficial da União como os símbolos máximos da soberania, representando a unidade política, cultural e ideológica do Estado Sinético.
A BANDEIRA NACIONAL
A Bandeira da União apresenta formato retangular, na proporção 2:3, composta por quatro faixas horizontais de igual largura nas cores verde, vermelha, branca e preta, de cima para baixo.
No anverso, ao centro, vemos parte do brasão, correspondendo à figura do carcará, o animal-símbolo nacional, nas cores preta, branca e amarela, com as asas abertas em posição de guarda. Em seu peito há um escudo oval de bordas pretas e fundo amarelo, correspondendo ao Selo Oficial da União e símbolo do Sineticismo, dentro do qual dois trabalhadores forjam em uma bigorna, empunhando martelos — imagem que simboliza a força produtiva e a união dos povos sinéticos. Ao redor do escudo, em arco, lê-se a inscrição “REMPVBLICAM LIBERTATEM”, evocando o ideal de liberdade republicana.
O reverso da bandeira contém apenas as quatro faixas coloridas, sem o emblema central, preservando a sobriedade e o equilíbrio visual.
Cada cor da bandeira possui significado específico:
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Verde: herança da antiga Kanindé, evocando tradição e vitalidade;
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Vermelho: herança de Solraak, representando coragem e sacrifício;
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Branco: união e paz entre os povos sinéticos;
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Preto: fertilidade do solo e força da terra nacional;
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Amarelo: riqueza e estabilidade do Estado;
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Carcará: poder, soberania e vigilância;
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Trabalhadores: a transformação da matéria bruta em valor, essência da ideologia sinética.
O uso da bandeira é obrigatório em edifícios públicos, cerimônias oficiais e representações diplomáticas, devendo ser hasteada com respeito e solenidade. O uso indevido, desrespeitoso ou em desacordo com as proporções e cores oficiais é passível de sanções administrativas e legais.
O BRASÃO NACIONAL
O Brasão da União das Repúblicas Soberanas Sinéticas tem como figura central o carcará — símbolo de vigilância, liberdade e poder. O animal aparece com as asas abertas, nas cores preta, branca e amarela, sustentando em seu peito o mesmo escudo oval presente na bandeira, contendo os trabalhadores forjando na bigorna e o lema “REMPVBLICAM LIBERTATEM”.
Abaixo do carcará, uma faixa vermelha traz, em letras douradas, o nome oficial do Estado:
“UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOBERANAS SINÉTICAS.”
Acima, duas estrelas dispostas lado a lado simbolizam as duas nações fundadoras — Sudovia e Telávia — e sua integração sob um mesmo ideal político e social.
O brasão é utilizado em selos, documentos oficiais, uniformes e repartições públicas, sendo o emblema máximo da autoridade estatal.
SENTIDO E VALOR DOS SÍMBOLOS
Tanto a bandeira quanto o brasão refletem a visão sinética de progresso através da unidade. Suas imagens remetem ao trabalho, à disciplina e à cooperação entre os povos que constituem a União. Mais que ornamentos, são expressões de soberania e identidade, representando um Estado que valoriza sua herança histórica e projeta sua força na construção de um futuro comum.

O brasão do Partido Sinético se vale da simbologia da União Sinética. Ele consta do Selo Oficial ao centro, com um carcará dourado repousado sobre ele com as asas abertas e como suportes há seis bandeiras da União Sinética, dispostas três de cada lado.

SENTIDO E VALOR DOS SÍMBOLOS
Tanto a bandeira quanto o brasão refletem a visão sinética de progresso através da unidade. Suas imagens remetem ao trabalho, à disciplina e à cooperação entre os povos que constituem a União. Mais que ornamentos, são expressões de soberania e identidade, representando um Estado que valoriza sua herança histórica e projeta sua força na construção de um futuro comum.
CRIAÇÃO E APROVAÇÃO
Os símbolos nacionais da União Sinética foram concebidos e desenhados por Henrique Severo, Generalíssimo Presidente e Líder do Partido Sinético, como parte do processo de consolidação da identidade visual e ideológica da União.
O projeto foi apresentado e debatido em conjunto com Felipe Oliveira, que colaborou no aprimoramento estético e simbólico das representações. Após avaliação pelo Conselho de Estado, os símbolos foram oficialmente aprovados e promulgados em 9 de março de 2025, passando a representar, em forma e cor, o ideal sinético de soberania, liberdade e união entre os povos fundadores.